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LGPD: Saiba como adequar sua empresa à nova Lei Geral de Proteção de Dados

Saber como adequar a sua empresa ao que manda a LGPD, ou Lei Geral de Proteção de Dados é fundamental para evitar problemas no futuro e levar mais segurança para os seus clientes. 

Porém, adequar as rotinas e processos internos da sua empresa à nova realidade pode exigir uma boa dose de mudanças nas formas de lidar, manusear e armazenar os dados e informações de terceiros.  

Saber como adequar a sua empresa a nova lei de proteção de dados é uma demanda urgente e que deve ser realizada o quanto antes. 

Pensando nisso, preparamos este conteúdo com tudo o que você precisa saber. Vamos lá? 

Leia na íntegra: A LGPD começou a valer: Entenda como enquadrar sua empresa.

O que é a LGPD? 

A Lei Geral de Proteção de Dados, mais conhecida como LGPD, funciona como um marco regulatório, cujo objetivo é proteger a privacidade das informações pessoais no Brasil. Pautada pela  Lei nº 13.709 ela é um dos desdobramentos do Marco Civil da Internet.

Contudo, a LGPD não trata apenas de privacidade no ambiente virtual, ela traça diretrizes para o tratamento, manuseio e armazenamento de dados pessoais em qualquer meio, seja online ou offline. 

Apesar de aprovada em 2018, a LGPD passou a ser obrigatória apenas em agosto de 2020. Desde então, cabe à ANP, Autoridade Nacional de Proteção de Dados, garantir o cumprimento da lei  e elaborar diretrizes para a manutenção de práticas de proteção às informações. 

Deste modo, a empresa que não se adequar a nova lei de proteção de dados ficará sujeita a multas e sanções administrativas.   

Contexto das leis de proteção de dados

Por conta do caso Cambridge Analytica, ficou claro para muitos países que era mais urgente se discutir como os dados das pessoas são utilizados e maneiras de se preservar a privacidade dos usuários de produtos e serviços em todo o mundo.

Afinal, desde o surgimento da internet e aumento da utilização do marketing digital os dados pessoais têm sido a principal ferramenta de geração de resultados para as empresas dos mais diversos segmentos.

Infelizmente, a falta de proteção no ambiente online fez com que casos de fraude e uso indevido de informações pessoais ocorram com maior frequência. Diante desta realidade, os governos começaram a discutir leis como resposta a essa situação.

Foi assim que surgiu a LGPD, que foi baseada na lei europeia General Protection  Regulation GDPR, publicada em 2016. 

O que prevê a LGPD? 

Em resumo, a LGPD tem como finalidade a proteção dos direitos fundamentais de liberdade e privacidade. Dessa forma, a legislação define como “dado pessoal” toda e qualquer informação relacionada a pessoa identificada ou identificável. 

Já é definido como “dado sensível” informações relacionadas a etnia, religião, política e saúde por exemplo. Enquanto isso, o ”tratamento” do dado pessoal diz respeito à forma de coleta, classificação, utilização, reprodução, transmissão e armazenamento do dado. Assim, cabe à LGPD regular parâmetros para a realização de todas essas atividades. 

Para facilitar a compreensão do que prevê a LGPD e facilitar o processo de adequação da sua empresa à Lei Geral de Proteção de Dados. Confira abaixo os 10 princípios que regem a lei: 

  1. Princípio da finalidade: o tratamento deve ser feito apenas para propósitos legítimos, específicos, explícitos e informados ao titular dos dados.
  1. Princípio da adequação: compatibilidade do tratamento com as finalidades informadas ao titular.
  1. Princípio da necessidade: limitação do tratamento ao mínimo necessário para a realização da sua finalidade, com dados pertinentes, proporcionais e não excessivos.
  1. Princípio do livre acesso: garantia de acesso fácil e gratuito à integralidade dos dados armazenados e às informações sobre forma e duração do tratamento.
  1. Princípio da qualidade dos dados: garantia, aos titulares, de exatidão, clareza, relevância e atualização dos dados para o cumprimento da finalidade do tratamento.
  1. Princípio da transparência: garantia, aos titulares, de informações claras, precisas e facilmente acessíveis sobre a realização do tratamento e os respectivos agentes.
  1. Princípio da segurança: adoção de medidas para proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas.
  1. Princípio da prevenção: adoção de medidas para prevenir a ocorrência de danos em virtude do tratamento de dados pessoais.
  1. Princípio da não discriminação: impossibilidade de tratar dados para fins discriminatórios ilícitos ou abusivos.
  1. Princípio da responsabilização e prestação de contas: capacidade de demonstrar a adoção de medidas eficazes para o cumprimento das normas.

O que acontece com quem não se adequa à LGPD? 

Quem não adequar sua empresa à nova Lei Geral de Proteção de Dados, ficará sujeito a multas e sanções que serão aplicadas pela  ANPD, Autoridade Nacional de Proteção de Dados. 

Confira:

  • Advertência;
  • Multa de até 2% do faturamento anual da empresa (limitada a R$ 50 milhões);
  • Multa diária (soma limitada a R$ 50 milhões);
  • Publicização da infração;
  • Suspensão do banco de dados a que se refere a infração;
  • Proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas a tratamento de dados.

Como adequar sua empresa na a nova Lei Geral de Proteção de Dedos em 4 passos 

Para não lidar com as consequências mostradas acima, o primeiro passo é iniciar o mais rápido possível o processo de adequação da sua empresa à LGPD

1- Realize o mapeamento dos dados 

Saiba quais informações você precisa coletar, veja quais estão na posse da empresa e como estas informações estão sendo tratadas. Além disso, verifique também as políticas, procedimentos e ferramentas que o time usa atualmente.

Com este procedimento é possível verificar os riscos envolvidos no tratamento de dados pessoais e fazer um alinhamento de acordo com as diretrizes da LGPD. 

2- Reformule contratos e documentos 

Verifique contratos e documentos relacionados ao tratamento de dados que sua empresa já utiliza. As políticas de privacidade do site da sua empresa já devem estar de acordo com as propostas da LGPD. Além disso, as formas de tratamento utilizadas por sua empresa também devem estar de acordo com a nova lei.  

Em todos os contratos devem constar claramente como os dados serão usados e com qual finalidade. 

3- Defina políticas internas 

Outra determinação da LGPD é que as empresas tenham um programa de governança em privacidade. Esse programa tem como objetivo estimular o comprometimento na adoção de processos e políticas internas a favor da proteção de dados pessoais. 

Portanto, no momento da elaboração de políticas internas o gestor deverá abranger princípios, procedimentos e ferramentas de segurança de dados, bem como formas de avaliação periódica de efetividade dessas ações. 

Além disso, as políticas internas também devem contemplar um plano de resposta para incidentes como vazamentos, fraude, roubo ou perda dos dados. 

4- Adote medidas de segurança da informação 

Para tanto, adotar protocolos e ferramentas de proteção de dados são medidas típicas de segurança da informação e podem ser implementadas por meio das seguintes ações: 

  • Usar sistemas de criptografia de dados;
  • Utilizar o Certificado SSL no site ou e-commerce;
  • Aplicar barreiras físicas e virtuais (chaves, cadeados, senhas etc.);
  • Atualizar senhas periodicamente;
  • Definir níveis de acesso aos dados;
  • Adotar softwares de antivírus e atualizá-los periodicamente;
  • Fazer backups periódicos do banco de dados;
  • Assinar termos de responsabilidade e confidencialidade com colaboradores. 

Outra recomendação indispensável é conscientizar a sua equipe a respeito da importância do cumprimento de todas as diretrizes da LGPD. É importante também designar alguém da equipe para ficar responsável pela aplicação das regras.

E você? Já começou a adequação da sua empresa à Lei Geral de Proteção de Dados? Compartilhe conosco a sua experiência, deixe um comentário!

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Aproveite e leia agora: Gestão de Relações Internacionais e Bens no Exterior em Belo Horizonte

Gestão de Relações Internacionais e Bens no Exterior em Belo Horizonte

Já pensou que a correta gestão das relações internacionais e bens no exterior pode ser a ferramenta que sua empresa precisa para se desenvolver de forma saudável e lucrativa? 

Ir além do território nacional e empreender no comércio e operações internacionais não é uma decisão fácil. Logo, para manter as relações comerciais internacionais é preciso buscar orientação de especialistas, a fim de evitar aumento de custos, processos onerosos e burocráticos e riscos fiscais.  

Para isso, é preciso elaborar um bom planejamento e realizar um estudo de viabilidade que orientem a execução de projetos internacionais com segurança. 

Pensando nisso, preparamos este conteúdo. Leia com atenção e entenda a gestão de relações internacionais e bens no exterior em Belo Horizonte. 

O que é o comércio internacional?

O comércio internacional, deve ser compreendido como um conjunto de operações de troca de bens e serviços que envolvem países distintos. 

Dessa forma, o empresário poderá atuar com a venda de produtos manufaturados, commodities, serviços, mão de obra e até mesmo com o movimento de capitais. 

Assim, tanto a empresa que trabalha com a exportação, quanto a que trabalha com a  importação devem ser inseridas como comércio internacional. 

Neste sentido, as suas operações devem respeitar uma série de regras pré estabelecidas pelos órgãos internacionais, como por exemplo normas da Organização Mundial do Comércio (OMC)

Além disso, também existem os acordos bilaterais entre governos de diferentes países que devem ser conhecidos e respeitados.

O obedecimento das leis internas específicas de cada país, conhecida como as relações de comércio exterior,  é frequentemente confundido com o comércio internacional.

Logo, é preciso entender melhor a diferença, quando o  assunto é a gestão de relações internacionais. Isso porque, as relações comerciais têm se tornado mais frequentes, além de representar maiores oportunidades para os empreendedores. 

Aprenda mais lendo: Planejamento Tributário: saiba o que é e conheça a importância.

O que são as operações internacionais?

Como o leitor pode compreender, o comércio se refere a um termo genérico que se relaciona a um conjunto de operações. 

A fim de entender melhor a situação, pense no empresário brasileiro que é cafeicultor. Quando ele realiza uma venda de determinado número de sacas de grãos para uma marca estrangeira, está fazendo uma operação internacional. 

Dessa forma, ao executar uma transação, ambas as partes terão que seguir as regras estabelecidas de comércio internacional pelos órgãos reguladores e acordos entre os dois países. Sendo essa a relação que chamamos de operações internacionais. 

Como funciona a gestão das operações internacionais e bens no exterior nas empresas? 

A empresa que comercializa seus produtos e serviços com outros países precisa do apoio de gestores com conhecimentos específicos da área. Tendo em mente que este é um assunto de alta complexidade, cuja gestão demanda diferentes tipos de cuidados. 

É preciso se manter continuamente atento ao cumprimento das normas. Pois, em casos específicos podem ser impostas restrições que devem ser consideradas na hora de analisar a viabilidade de um negócio. 

Além disso, é preciso se manter atento às barreiras culturais, como idioma, costumes, comportamento de consumidores: aspectos que podem impactar diretamente na comunicação e implementação de estratégias. 

Dessa forma, para que seja possível fazer uma boa gestão de relações internacionais e bens no exterior será preciso que o gestor tenha uma boa capacidade de negociação, a fim de que as operações tenham um resultado desejado. 

Sistema de comércio exterior 

No Brasil existem alguns sistemas responsáveis por fazer a controladoria e administração das atividades referentes a comércio exterior, como Siscoserv e o Siscomex. 

Por meio do Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio (Siscoserv), é possível fazer a exportação e importação de serviços. 

Enquanto o Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) é uma ferramenta administrativa que possibilita o registro, acompanhamento e controle de operações do Comex. A sua criação permitiu a informatização dos controles de operações que antes eram feitos de forma burocrática e manual, por meio do papel, assinaturas e carimbos. 

Aprenda lendo: Como ocorre a tributação de holding e quais são as suas vantagens?

Contabilidade em Belo Horizonte: Conheça as  soluções da CJF Contabilidade

A CJF Contabilidade auxilia seus clientes e parceiros há mais de 30 anos a prosperarem e crescerem. Ao contrário de algumas empresas contábeis, não somos digitais e ausentes e sim contadores e consultores participativos na sua empresa.

Fazemos questão de auxiliar nossos clientes de maneira ativa e personalizada, seja em uma reestruturação ou em decisões do dia-a-dia. 

Temos orgulho em tratar nossos clientes e suas empresas como únicos, pois de fato são, com problemas e operações próprias. Esse tratamento nos ajuda a identificar particularidades para que possamos superar as expectativas.

Por meio de nosso apoio, a sua empresa terá à disposição mais de 50 colaboradores, que buscam construir uma parceria duradoura e próspera. Estaremos ao seu lado em todas as etapas: da abertura até o sucesso da sua empresa.

Portanto, entre em contato conosco e  descubra como a nossa equipe de profissionais pode ajudar a sua empresa! Estamos devidamente preparados para atender às suas necessidades!

Além disso, não se esqueça também de seguir as nossas redes sociais e acessar o nosso blog para acompanhar novos conteúdos! 

Aprenda sobre: Contabilidade em Belo Horizonte: Conheça os diferenciais da CJF para o seu negócio.

A LGPD começou a valer: Entenda como enquadrar sua empresa

Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) foi criada a fim de estabelecer diretrizes importantes para a coleta, fazendo o processamento e armazenamento de dados pessoais. Inspirada na GDPR (General Data Protection Regulation), publicada em 2018, na União Europeia. 

Se você, leitor, possui um negócio de qualquer porte ou segmento que lida com informações do público, sejam elas para uso específico ou simples, é preciso estar atento a concordância sobre as novas regras. 

A LGPD já começou a valer. Leia com atenção nosso conteúdo a seguir e entenda como enquadrar a sua empresa. Vamos lá?

O que é LGPD?

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), reuniu diversas regras vinculadas à coleta de dados, vinculações, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais, sendo eles de recolhimento digitais ou não.

Vale ressaltar que o projeto de lei demorou 10 anos de tramitação, chegando a ser sancionado em 14 de agosto de 2018 e entrando em vigor somente em setembro de 2019. 

Neste sentido, a LGPD é composta por 65 artigos, separados em 10 capítulos. Logo ela regulamenta o relacionamento das empresas e órgãos governamentais em relação à tratativa de documentos, informações e dados concedidos por cada pessoa e empresa. 

Aproveite para aprender lendo: BPO Financeiro em Belo Horizonte: Saiba o que é e em que pode ajudar o seu negócio.

Principais objetivos da LGPD

A LGPD cria um cenário de segurança jurídica que possibilita a padronização para a proteção de dados e fundamenta diversos valores. 

Confira quais são os principais objetivos:

  • Assegurar o direito à privacidade e a proteção de dados dos usuários, por meio da adoção de práticas transparentes e seguras;
  • Estabelecer regras claras sobre o tratamento de dados pessoais;
  • Fortalecer a segurança das relações jurídicas e a confiança do titular no tratamento de dados, assegurando a defesa das relações comerciais e de consumo;
  • Promove a concorrência e a livre atividade econômica. 

Atores envolvidos

O texto da LGPD prevê definições e papéis importantes que todo empreendedor precisa compreender:

  • O titulo de dados: a pessoa que fornece dados pessoais;
  • Controlador: uma empresa é considera como controladora, quando há as decisões em relação ao uso dos dados pessoais;
  • Operador: a empresa que apena realiza os processo de dados de acordo com as ordens do controlador;
  • Encarregado (DPO): é um novo cargo previsto na lei. O encarregado (ou Data Protection Officer) será nomeado pelo controlador das ações de adequação interna da empresa. a

Leia também:Contabilidade para empresas do Lucro Real: Saiba o que é e quem pode optar por ele.

Penalidades para o descumprimento da LGPD

As mudanças promovidas pela LGPD em relação às penalidades que serão implementadas em caso de descumprimento das regras previstas pela lei. 

  • Advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas;
  • Multa simples, de até 2% do faturamento da empresa no seu último exercício, excluídos os tributos, limita a R$ 50 milhões por infração;
  • Multa diária;
  • Publicação da infração após a sua apuração e confirmação a sua ocorrência;
  • Bloqueio dos dados pessoais a que se refere a infração até a sua regularização;
  • Eliminação dos dados pessoais a que se refere a infração.

Neste sentido, as sanções e fiscalizações sejam adotadas, a LGPD orienta por meio do art.55 com a  Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD)

Como é feito o tratamento de dados: O que diz a LGPD

O tratamento de dados ocorre por meio de uma jornada, tendo início no momento de coleta, durante o processo de uso até a sua exclusão . 

Dessa forma, as empresas devem seguir uma série de regras durante o tratamento de dados. Confira a seguir quais são:

  • Informar a finalidade da coleta dos dados;
  • Garantir adequação à finalidade divulgada (garantir que os dados serão usados para o fim informado para o titular);
  • Coletar apenas dados necessários;
  • Dar acesso gratuito à forma que os dados são tratados (titulares passam a conhecer o que será feito com os seus dados);
  • Deixar os dados exatos e atualizados;
  • Ser transparente com o titular dos dados;
  • Investir em segurança para coibir invasões;
  • Investir em prevenção de danos;
  • Não permitir atos ilícitos com os dados tratados;
  • Se responsabilizar caso não haja eficácia nas medidas adotadas.

Agora que você já sabe o que é e como as empresas devem organizar o manuseio dos dados, confira a seguir as penalidade aplicadas a quem deixa de cumprir com o que manda a LGPD

Quem pode usar os dados coletados?

A princípio somente a empresa, pública ou privada, poderá fazer o uso dos dados concedidos pelas pessoas, conforme a finalidade da coleta de dados. 

Porém é possível fazer a coleta de dados pessoais com outras instituições, seguindo o protocolo estabelecido pelas regras da LGPD. 

Como enquadrar a sua empresa a LGPD

Ao longo de nosso contéudo compartilhamos diversas informações sobre a criação da LGPD e suas especificidades. Mas afinal como adequar a minha empresa?

Confira nossas dicas para que sua empresa possa se adequar a LGPD:

  1. Crie um inventário dos seus sistemas e processos;
  2. Monte um time
  3. Recorra a parceiros quando necessário;
  4. Crie um plano de ação;
  5. Crie métricas e monitore sua operação.

Portanto atenção, a LGPD já é realidade em todo o território brasileiro. Esperamos que nosso conteúdo tenha ajudado o leitor a compreender melhor este assunto. 

Portanto, se você deseja ver a sua empresa longe dos erros de gestão citados neste conteúdo, conte com o apoio da CJF Contabilidade! Nós estaremos ao seu lado em todas as etapas da sua empresa: da abertura até o sucesso.

Aproveite para entrar em contato conosco e descobrir como os nossos serviços contábeis podem ajudar a sua empresa!

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Quais atividades são passíveis de serem terceirizadas via BPO Financeiro?

O desafio de muitos empreendedores consiste em realizar a administração dos números do negócio e, por isso, optam pela terceirização. Mas você sabe quais rotinas são realizadas pelo BPO financeiro?

É preciso esclarecer que todas as atividades financeiras de uma empresa podem ser  terceirizadas nesse modelo de serviço. Entretanto, algumas dessas tarefas são mais procuradas pelos gestores no momento em que  buscam pela contratação de um escritório especializado. 

Isso porque, sabemos que existem rotinas do setor financeiro que não podem ser desconsideradas. Afinal, uma gestão financeira eficiente é o caminho para o sucesso de um negócio!

Continue a leitura desse artigo e compreenda quais atividades são passíveis de serem terceirizadas via BPO financeiro.

Leia também sobre: BPO Financeiro em Belo Horizonte: Saiba o que é e em que pode ajudar o seu negócio.

O que é o BPO Financeiro?

Antes de falarmos sobre as atividades passíveis de terceirização pelo BPO financeiro, é importante compreender o significado desse serviço. A sigla BPO (Business Process Outsourcing) significa a “terceirização dos processos de um negócio”. 

Nesse aspecto, o setor financeiro é um dos mais aptos a serem terceirizados. Contudo, qualquer área que não esteja ligada à atividade fim da empresa é passível de terceirização pelo BPO.

Portanto, o BPO financeiro se responsabiliza pelo controle e administração das finanças. 

As atividades terceirizadas via BPO financeiro

Conheça, a seguir, quais são as principais atividades passíveis de terceirização por meio do serviço de BPO Financeiro.

Elaboração e controle do fluxo de caixa

O adequado controle do fluxo de caixa permite ao gestor obter uma visão ampla da saúde financeira do negócio, fornecendo dados para a correta tomada de decisões, imediatas e a longo prazo. 

A apuração deve ser feita preferencialmente todos os dias, a fim de obter maior controle sobre os números. 

Nesse aspecto, um resultado com valor muito alto ou muito baixo, sugere a necessidade de realizar a revisão dos processos, a fim de promover uma melhor organização das finanças.

O saldo negativo sugere a necessidade de cortar gastos, reduzir custos fixos e negociar prazos junto aos fornecedores. Já o saldo positivo deve ser encarado como um ativo de investimento, que pode ser empregado em algum fundo rentável até que se precise realizar um pagamento.  

Leia também sobre: Conheça os benefícios de uma Contabilidade Estratégica para o seu negócio.

Emissão de documentos fiscais

A emissão de documentos fiscais também é um dos serviços executados pela terceirização financeira

Os documentos fiscais comprovam a venda de produtos e serviços, e dão legalidade fiscal a este processo, sendo os principais: 

  • Nota fiscal eletrônica (NF-e);
  • Nota fiscal de serviço eletrônica (NFS-e);
  • Nota fiscal do consumidor eletrônica (NFC-e);
  • Conhecimento de transporte eletrônico (CT-e);
  • Manifesto de documentos fiscais eletrônicos (MDF-e);
  • Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT).

Conciliação bancária

O BPO financeiro também realiza o serviço de conciliação bancária que, de forma resumida, consiste em fazer o acompanhamento da movimentação bancária e analisar se estão de acordo com os registros de fluxo de caixa. 

Esse serviço é extremamente importante para confirmar a realização das previsões financeiras, assim como para evitar a ocorrência de erros e fraudes.

Ou seja, nesse processo, o resultado almejado é que o saldo bancário esteja de acordo com o saldo do caixa da empresa. Caso sejam encontradas falhas, outras medidas devem ser tomadas, como a realização de uma auditoria financeira. 

Análise de crédito

A análise de crédito é aplicada antes da concessão de crédito aos clientes. Nesse aspecto, trata-se de uma análise minuciosa a respeito do poder de pagamento. 

Nessa atividade são realizadas várias etapas burocráticas, como a identificação do cliente, o estudo do perfil de pagamento e a comprovação da renda. 

Esse serviço é utilizado para reduzir a taxa de inadimplência nas empresas, possibilitando um melhor fluxo de recebimentos.

Gestão de contas a pagar e a receber

Nessa atividade o BPO financeiro se encarrega de realizar a gestão de todas as contas da empresa, pagáveis e recebíveis. 

Nesse aspecto, o consultor realiza o agendamento de pagamentos, a emissão de guias de pagamento, o lançamento e o registro dessas transações. Essa tarefa é importante pois permite que a empresa se mantenha em dia com o pagamento dos fornecedores.

Além disso, o profissional em finanças também se encarrega da gestão dos pagamentos que devem ser recebidos dos clientes. 

Sem atenção a esta área, a empresa pode deixar de receber valores suficientes para quitar suas obrigações, implicando em atrasos e acúmulo de dívidas.  

Gestão de indicadores de desempenho

Dentro das atividades executadas pelo BPO financeiro, temos ainda a atividade que realiza a gestão dos indicados por meio de ferramentas próprias da administração. 

O objetivo dessa atuação é avaliar os processos financeiros e fomentar a tomada de decisões. Nesse aspecto, também é feita a avaliação dos principais pontos de sucesso do negócio.   

Conte com um suporte especializado em BPO financeiro!

Portanto, agora que você já sabe quais atividades podem ser terceirizadas pelo BPO financeiro, que tal aplicar esse serviço especializado à sua empresa?

Para tanto, conte com a CJF Contabilidade! Cuidaremos do setor financeiro do seu negócio para que você tenha tranquilidade para cuidar de outras áreas. 

Portanto, aproveite para entrar em contato conosco e conhecer melhor os nossos serviços. E não se esqueça também de seguir as nossas redes sociais e acessar o nosso blog para acompanhar novos conteúdos!

Leia também sobre: Entenda a importância do Planejamento Estratégico no processo de abertura de um negócio.

Gestão de pessoas: Entenda a importância para o crescimento da empresa

Os resultados alcançados por meio de uma gestão de pessoas eficiente, tem atraído cada vez mais a atenção dos empresários brasileiros. 

Isso porque, ao manter uma equipe de funcionários motivados,  a sua organização poderá se beneficiar de inúmeras formas. 

Além disso, fazer a correta administração de um time de profissionais com qualidade, contribui diretamente para que uma empresa se destaque no mercado  e como resultado se tornará mais produtiva.

A seguir, iremos compartilhar com o leitor qual a importância de fazer corretamente a gestão de pessoas e como ela contribui para o crescimento de sua empresa. 

Aproveite para conhecer melhor nossos serviços: Contabilidade em Belo Horizonte: Conheça os diferenciais da CJF para o seu negócio.

O que é e qual a importância da gestão de pessoas?

A gestão de pessoas é uma importante ferramenta, que pode ser compreendida como um conjunto de estratégias administrativas que quando aplicadas em uma organização contribui ativamente para o desenvolvimento de seu capital humano. 

Dessa forma, a  gestão de recursos humanos, como popularmente é conhecida, consiste na implementação de técnicas que possuem como principal objetivo humanizar os processos de uma empresa.

Neste sentido, as estratégias deverão ser implementadas por meio da participação de profissionais especializados, visando o envolvimento, desenvolvimento e capacitação de cada colaborador. 

Diante disso, cabe aos gestores de cada empresa, realizar um diagnóstico completo do ambiente de trabalho, devendo aplicar as suas técnicas e obter bons resultados. 

Portanto, a gestão de pessoas é fundamental para o desenvolvimento de profissionais, assim como, para o clima organizacional de cada empresa. 

Principais pilares da gestão de pessoas

A gestão de pessoas possui cinco principais pilares. Continue sua leitura e confira o que cada um significa. 

1-Motivação

A motivação profissional é considerada como o primeiro pilar e também o ponto de partida, entre os pilares da gestão de pessoas. 

Isso porque,o desenvolvimento saudável de toda empresa depende diretamente do comprometimento individual de cada um de seus colaboradores. 

Uma vez que, um funcionário desmotivado, por maior que seja a sua qualificação e capacidade, tende a produzir menos e isso poderá impactar na qualidade de seus serviços. 

Diante disso, é de crucial importância, entender quais são os fatores que motivam os funcionários de sua empresa.

Confira agora nossas principais dicas, que auxiliam na motivação de uma equipe:

  • Entenda quais são as necessidades de cada colaborador;
  • Estabeleça metas coletivas e individuais;
  • Tenha transparência em seus processos seletivos;
  • Forneça feedbacks periódicos.

2-Comunicação

A comunicação é um importante pilar, que está interligando a com a motivação. Partindo do princípio que para que uma empresa consiga manter seu funcionário sempre motivado, é preciso que haja boa relação. 

Mas atenção, não estamos falando apenas da comunicação entre profissionais de um mesmo setor, ou entre administradores e subordinados. 

Logo, se faz fundamental, que a comunicação de toda empresa, esteja integrada entre todos, o que possibilitará o acessos e propagação de informações de maneira correta. 

Para melhorar a comunicação em sua empresa, confira nossas dicas:

  • Implemente um sistema de comunicação interna entre os colaboradores;
  • Tenha uma maior agilidade nas respostas;
  • Preze pela comunicação imediata entre as pessoas da sua corporação;
  • Mantenha todos os gestores e equipe sempre informados. 

Aproveite para aprender, lendo: Os 8 erros de gestão que os empresários mais cometem: Saiba como evitar

3-Trabalho em Equipe

O terceiro pilar da gestão de pessoas é o trabalho em equipe. Sendo este um pilar, extremamente importante para que toda a organização, gestores e demais profissionais, compreendam que fazem parte de uma equipe. 

Ou seja, todos integram um ambiente empresarial, mesmo que diariamente estejam separados entre setores e áreas de desenvolvimento diferentes. 

Desta forma, é preciso prezar pela realização do trabalho sempre em equipe, assim como, promover campanhas que incentivam o empenho e esforço coletivo para que todos os problemas e atividades possam ser solucionados em grupo e de forma benéfica a todos.

 4-Treinamento e desenvolvimento 

Por último, não poderíamos deixar de listar o treinamento e desenvolvimento, como pilar da gestão de pessoas. O seu principal objetivo é o desenvolvimento constante dos colaboradores, que devem partir da empresa juntamente com seu time de profissionais. 

Portanto, se faz preciso que o empresário oferte novos conhecimentos que agregam ao currículo de cada colaborador. Sendo que, todo o treinamento e desenvolvimento profissional investido, retornará para empresa na otimização e aumento da qualidade de seus processos. 

A seguir iremos compartilhar algumas dicas: 

  • Verifique quais são os treinamentos e cursos mais desejados entre os colaboradores;
  • Realize treinamento contínuos;
  • Tenha parcerias com empresas de treinamento e desenvolvimento.

A título de concluir, afirmamos que toda empresa precisa prezar por uma gestão organizada e completa, a fim de garantir o correto funcionamento de todos os seus processos. 

Diante disso, é importante contar com apoio especializado para a realização da gestão de pessoas de sua empresa. 

Conte com o apoio da CJF Contabilidade! Nós estaremos ao seu lado em todas as etapas da sua empresa: da abertura até o sucesso.

Aproveite para entrar em contato conosco e descobrir como os nossos serviços contábeis podem ajudar a sua empresa! O que achou do artigo que acabou de ler? Se você deseja continuar acompanhando o nosso conteúdo, siga as nossas redes sociais e acesse o nosso blog!

Os 8 erros de gestão que os empresários mais cometem: Saiba como evitar

Gerir uma empresa demanda bastante comprometimento e jogo de cintura por parte dos empreendedores e empresários. Neste momento, existem alguns erros de gestão que, quando cometidos, podem comprometer a gestão empresarial.

Isso porque, qualquer erro, mesmo que pequeno, pode fazer com que uma empresa perca faturamento e, assim, não alcance os seus objetivos e metas.

Quando falamos na gestão financeira e contábil de um negócio, é necessário que o empreendedor redobre a sua atenção. Afinal, ambas se apresentam como pilares que sustentam o sucesso de uma empresa.

Com isso, é de fundamental importância compreender quais são os erros de gestão mais comuns na gestão empresarial. O que permite realizar uma gestão mais responsiva, evitando correr determinados riscos.

Se você deseja compreender como evitar os principais erros de gestão cometidos em uma empresa, leia o nosso artigo! Acompanhe até o final e descubra como alavancar o crescimento do seu negócio!

Aproveite e leia sobre: Contabilidade em Belo Horizonte: Conheça os diferenciais da CJF para o seu negócio.

Quais são os erros de gestão mais comuns?

Após abrir uma empresa, um empreendedor se depara com uma série de atividades referentes aos diferentes setores do seu negócio. Sendo uma das demandas mais importantes a contabilidade.

Quando falamos na rotina contábil de uma empresa, é necessário redobrar a atenção. Afinal de contas, erros financeiros podem proporcionar uma série de problemas para um negócio, comprometendo assim sua gestão.

Ou seja, os erros de gestão  podem fazer com que uma empresa venha a apresentar resultados negativos no final de um mês.

E, diante de um contexto de crise financeira, ninguém gostaria de enfrentar problemas para gerenciar o fluxo de caixa, correto?

Sendo assim, confira conosco alguns dos principais exemplos de erros de gestão que devem ser evitados em sua empresa. Acompanhe com atenção e saiba como evitá-los e assim, ter uma maior segurança!

1. Misturar finanças pessoais e empresariais

Muitos empreendedores, principalmente aqueles à frente de pequenos e médios negócios, erram no momento de gerenciar as suas finanças pessoais e da sua empresa. Neste momento, eles acabam misturando-as.

Quando isso acontece, as finanças pessoais são utilizadas para arcar com débitos da empresa e vice-versa. Como resultado, o empreendedor pode perder o controle financeiro do seu negócio, comprometendo o seu caixa.

A principal alternativa, em casos assim, é fazer uma separação das finanças, por meio de duas contas bancárias distintas. O que permite ter um controle mais assertivo sobre os recebimentos e compromissos da empresa.

Leia também o conteúdo sobre o seguinte assunto: Regime tributário: minha empresa está no mais adequado?

2. Não atualizar lançamentos e conciliações

Um dos erros de gestão que podem comprometer as finanças de uma empresa acontece quando um empreendedor deixa de atualizar os seus lançamentos nos livros contábeis.

Diante de um erro assim, os gestores à frente de uma empresa acabam não compreendendo a realidade financeira de sua empresa. O que abre brechas para que a tomada de decisão não a leve ao melhor caminho.

3. Errar na realização de cálculos

Pequenos erros como no processo de digitação ou na conferência de dados podem gerar uma série de problemas financeiros para uma empresa. Com isso, é fundamental se manter atento a todo e qualquer cálculo feito.

Uma das soluções encontradas pelos empreendedores para evitar erros de gestão como este é contar com o apoio de um serviço especializado. Ter à sua disposição o conhecimento de um contador é fundamental.

4. Não organizar os seus documentos fiscais

Sem sombra de dúvidas, um dos segredos das grandes empresas de sucesso são os seus processos bem definidos. O que passa, principalmente, por uma correta organização de todos os seus documentos fiscais.

Em contrapartida, empresas que não possuem o hábito de manter os seus documentos devidamente organizados podem enfrentar sérios problemas de gestão, como a duplicidade ou a omissão de algum lançamento.

Aproveite para acompanhar também o nosso artigo sobre o tema: Como fazer a gestão financeira em sua empresa?

5. Falta de recursos tecnológicos

Atualmente, as empresas que não automatizam os seus processos por meio de soluções tecnológicas estão perdendo uma grande oportunidade de alavancar as suas operações. Afinal, são vários os benefícios proporcionados pela tecnologia.

Desta forma, um dos principais erros de gestão cometidos em uma empresa é a falta de automatização. O que faz com que os empreendedores possam cometer falhas manuais, comprometendo os seus processos.

6. Não ter o apoio de um serviço contábil

Grande parte dos erros de gestão já mencionados neste conteúdo poderiam ser evitados por meio do apoio de um serviço contábil. Afinal de contas, o contador é um profissional com vasta experiência no assunto.

Quando um empreendedor busca resolver todas as demandas da sua empresa sozinho, ele se coloca sujeito a erros. Com isso, é de fundamental importância ter o apoio especializado de um escritório de contabilidade.

7. Negligenciar os princípios contábeis

Quando falamos em princípios contábeis, estamos nos referindo à garantia de que sejam adotados procedimentos corretos nas demandas da gestão financeira de uma empresa.

Ou seja, eles se apresentam como um guia para todas as decisões que envolvam o patrimônio de uma organização. Com isso, eles não podem ser negligenciados no dia a dia e no trabalho de um empreendedor.

Além disso, leia também sobre o assunto: Planejamento Sucessório para um Family Office: entenda mais sobre o assunto

8. Ignorar a emissão de relatórios

Ao falarmos em erros de gestão, não podemos deixar de fora a não utilização de relatórios como ferramenta essencial para o crescimento de uma empresa.

Quando ignorados, um empreendedor deixa de ter à sua disposição informações confiáveis para otimizar o processo de tomada de decisão. O que pode acabar comprometendo a correta administração de um negócio.

Sendo assim, o recomendado é utilizar os relatórios como apoio para guiar a empresa para o melhor caminho no mercado para a sua lucratividade, a levando assim a apresentar resultados cada vez mais positivos.

Portanto, se você deseja ver a sua empresa longe dos erros de gestão citados neste conteúdo, conte com o apoio da CJF Contabilidade! Nós estaremos ao seu lado em todas as etapas da sua empresa: da abertura até o sucesso.

Aproveite para entrar em contato conosco e descobrir como os nossos serviços contábeis podem ajudar a sua empresa!

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Regime tributário: minha empresa está no mais adequado?

A escolha do regime tributário é uma das etapas mais importantes do processo de abertura de uma empresa. Afinal de contas, ela define como será feito o pagamento de impostos de uma organização.

Ou seja, estamos falando de uma decisão que deve ser feita com muita assertividade. Caso contrário, uma empresa poderá acabar pagando mais impostos do que realmente deveria pagar em sua gestão tributária.

Um outro problema que pode ser gerado por meio do enquadramento tributário incorreto é a relação entre a empresa e a Receita Federal. Isso porque, agora uma série de autuações e multas podem ser aplicadas.

Deste modo, para evitar que uma empresa lide com tais problemas, é necessário escolher o melhor regime tributário disponível. O que envolve estudar e analisar vários fatores envolvidos na gestão empresarial.

O que você acha de compreender como escolher o melhor enquadramento tributário para a sua empresa? Continue a sua leitura e descubra todas as especificidades por trás de cada regime tributário existente!

Aproveite também para ler o artigo sobre o assunto: Holding Patrimonial: Saiba o que é e como constituí-la.

O que é o regime tributário?

Como foi possível compreender, a escolha do regime tributário é indispensável para a gestão financeira de uma empresa. Afinal, a sua assertividade permite que o recolhimento de impostos seja o adequado, sem a necessidade de pagar nenhum valor a mais.

Estamos nos referindo a um sistema que determina como será feito o pagamento de impostos de uma empresa, que varia de acordo com a sua arrecadação.

No momento de escolher o regime tributário de uma empresa, é necessário levar uma série de fatores em consideração. Confira a seguir alguns dos principais exemplos:

  • Porte da empresa;
  • Atividade desempenhada;
  • Faturamento obtido em um ano;
  • Número de funcionários
  • Projeções de receitas futuras;
  • Possível aplicação de Regimes Especiais
  • Entre outros.

Sendo assim, as empresas brasileiras se deparam com alguns modelos distintos de regime tributário. Continue a sua leitura para descobrir quais são as especificidades por trás de cada uma das opções disponíveis.

Qual é o regime tributário adequado para a minha empresa?

O sistema tributário brasileiro traz consigo uma das maiores cargas tributárias do mundo. O que faz com que boa parte da arrecadação de uma empresa seja utilizada para se manter em dia com o pagamento das suas obrigações.

Deste modo, é de extrema importância realizar o enquadramento no regime tributário correto. É o que permite que uma empresa não corra o risco de ter que pagar um valor maior do que ela deveria estar pagando.

A seguir, confira quais são as opções mais usuais de enquadramento tributário disponíveis para as empresas brasileiras:

  • Simples Nacional;
  • Lucro Presumido;
  • Lucro Real.

Sendo assim, acompanhe conosco quais são as principais especificidades por trás de cada regime tributário disponível para as empresas. Vamos lá?

1. Simples Nacional

O Simples Nacional é um dos principais regimes tributários do Brasil. Afinal de contas, a sua criação possui como foco simplificar o processo de pagamento de impostos.

Um regime que possui como principal característica a unificação dos impostos pagos por uma empresa. Ou seja, todos os impostos são pagos de uma vez só, por meio de uma única guia.

Deste modo, as alíquotas dos impostos pagos pelas empresas do Simples Nacional variam entre 4% e 22,90%. O que varia de acordo com os anexos disponíveis deste regime tributário e as atividades econômicas desempenhadas.

O Simples Nacional é um modelo de enquadramento tributário disponível para todas as empresas que possuem um faturamento de até, no máximo, R$ 4,8 milhões por ano.

Acompanhe também o nosso artigo sobre: Teto do SIMPLES NACIONAL, R$ 4.8 Milhões Ou R$ 3.6 Milhões? Saiba as implicações!

2. Lucro Presumido

O Lucro Presumido é uma opção de regime tributário indicado para aquelas empresas que apresentam um faturamento de até R$ 78 milhões por ano.

Aqui, as empresas encontram à disposição um modelo de tributação que define a base de cálculo de impostos como o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Dessa forma, as alíquotas que incidem sobre esses impostos varia de acordo com a atividade exercida por uma empresa. Sendo que, para indústria e comércio, a porcentagem é de 8%, enquanto para prestadores de serviços é de 32%.

No Lucro Presumido, a base de cálculo será feita por meio de uma presunção de qual foi o faturamento de uma empresa. Logo, se um CNPJ apresentar uma margem de lucro superior, a sua tributação será sobre a margem presumida.

3. Lucro Real

Por fim, os empreendedores também podem escolher o Lucro Real como regime tributário

Desta maneira, as alíquotas de impostos como o IRPJ e CSLL correspondem à, respectivamente, 15% e 9%.

A base para o cálculo dos impostos é feita por meio do lucro obtido por uma empresa, demandando assim um controle financeiro extremamente rigoroso. Afinal, é necessário ter o registo de todas as entradas e saídas, despesas e vários outros eventos.

Para escolher o regime tributário com assertividade, é de fundamental importância contar com o suporte de um serviço especializado, como uma contabilidade. Afinal, os contadores são profissionais que dominam o assunto!

Neste momento, saiba que você e a sua empresa podem contar com o suporte especializado da Contabilidade CJF! A nossa equipe de especialistas se posiciona ao lado da sua empresa em todas as suas etapas: da abertura ao sucesso!

Portanto, aproveite para entrar em contato conosco e, assim, descobrir como os nossos serviços podem te ajudar!

Gostou do nosso conteúdo? Não se esqueça de seguir as nossas redes sociais e acessar o nosso blog para continuar acompanhando! Aprenda também lendo: Entenda a importância do planejamento estratégico no processo de abertura de um negócio.

Como fazer gestão financeira em sua empresa?

A gestão financeira é um dos pilares por trás dos grandes cases de sucesso no ambiente empresarial. A forma com a qual um empreendedor lida com as suas finanças é determinante para o futuro da sua empresa.

Ou seja, a maneira com a qual a gestão financeira é desempenhada possui o potencial tanto de levar uma empresa ao seu crescimento, como também levá-la ao fracasso.

De acordo com o Sebrae, um dos principais fatores por trás da mortalidade de uma empresa são os seus problemas financeiros.

Sendo assim, é fundamental que todo e qualquer empreendedor que deseja ver a sua empresa crescendo no mercado tenha como prioridade cuidar das suas finanças e, assim, investir no aumento do seu patrimônio.

Visto que a gestão financeira cumpre um papel indispensável no sucesso de uma empresa, nos dedicamos a, por meio deste conteúdo, apresentar estratégias para otimizar a administração das suas finanças.

Portanto, leia com atenção e descubra como você, empreendedor, pode fazer a gestão financeira da sua empresa! Vamos lá?

O que é a gestão financeira?

Em primeiro lugar, é fundamental compreender do que se trata a gestão financeira. Estamos nos referindo a um conjunto de estratégias focadas no controle, análise e planejamento das finanças de uma empresa.

Ou seja, o foco de uma gestão financeira é fazer com que um empreendedor utilize os recursos financeiros da sua empresa de forma inteligente. O que contribui diretamente com o aumento do seu patrimônio.

Uma empresa, quando não cuida das suas finanças, está sujeita a lidar com uma série de riscos, que podem comprometer o seu funcionamento.

Por exemplo, já imaginou investir na contratação de novos funcionários e, pela falta de uma gestão financeira, se ver sem os recursos para arcar com os seus salários?

Sendo assim, além de evitar que problemas como o citado acima aconteçam, a gestão financeira faz com que uma empresa se mantenha em dia com os seus compromissos. O que abre as portas para o aumento do seu lucro.

Aproveite para ler o nosso conteúdo sobre o tema: Como ocorre a tributação de Holding e quais são as suas vantagens?

Quais erros devem ser evitados na gestão financeira?

Apesar de ser indispensável em toda e qualquer empresa, a gestão financeira ainda é negligenciada por alguns empreendedores.

É o que faz com que uma empresa feche o mês sempre no vermelho. Ou seja, a falta de um controle financeiro pode fazer resultar no endividamento de um negócio, levando-o assim a enfrentar um processo de falência.

De acordo com dados levantados pelo Serasa Experian, em Janeiro de 2020, mais de 6 milhões de empresas estavam com o CNPJ negativado. Sem sombra de dúvidas, tais dados são reflexo da falta de uma gestão financeira.

Sendo assim, para que a sua empresa não entre para as estatísticas acima, é necessário evitar alguns erros, como:

  • Não ter um pró-labore definido;
  • Misturar finanças pessoais com empresariais;
  • Não ter um controle do seu fluxo de caixa;
  • A falta de uma reserva financeira;
  • Não ter objetivos financeiros estabelecidos.

No entanto, quais são os passos para que seja possível investir em uma gestão financeira de forma assertiva?

Confira a seguir algumas dicas essenciais para que a sua empresa se torne uma referência na administração financeira. Leia!

Como fazer a gestão financeira de uma empresa?

Após compreender qual é a importância por trás de uma gestão financeira eficiente, é possível que você esteja se questionando sobre quais são os passos que, quando seguidos, levam uma empresa a obter resultados positivos.

Desta maneira, vamos apresentar 3 dicas valiosas sobre como manter as finanças da sua empresa sempre em ordem. Acompanhe conosco e descubra!

1. Faça o controle do fluxo de caixa

O primeiro passo é realizar o controle do fluxo de caixa. Estamos nos referindo a uma das principais ferramentas na gestão financeira de uma empresa.

Isso porque, o fluxo de caixa é o responsável por fazer o registro de todas as movimentações financeiras de uma empresa. Ou seja, tudo que entra e sai do seu caixa dentro de um determinado período de tempo, que é estabelecido pelos gestores.

Por meio do controle do fluxo de caixa, se torna possível ter uma tomada de decisão mais inteligente e assertiva. Afinal de contas, agora será possível compreender qual é a realidade financeira apresentada por uma empresa.

Além disso, estamos falando de uma ferramenta que também possibilita prever como serão os próximos meses de uma gestão. O que é de suma importância para que os gestores se preparem para possíveis crises.

Confira também o artigo: É possível fazer a equiparação hospitalar de uma clínica médica? Saiba como pagar menos impostos.

2. Faça um mapeamento de todos os custos e despesas

A gestão financeira de uma empresa também passa pelo entendimento de todos os seus custos e despesas. Isso porque, todo empreendedor deve compreender como o dinheiro está saindo do caixa do seu negócio.

Desta forma, deve-se fazer um mapeamento detalhado de todos os gastos da empresa, entendendo melhor a sua realidade atual.

Esta atividade permite identificar se a empresa está obtendo um retorno significativo ou se existem custos e despesas que podem ser reduzidos. No entanto, é necessário que toda economia não interfira em outras atividades operacionais.

3. Analise os seus indicadores financeiros

Os indicadores financeiros são métricas que permitem identificar qual tem sido o desempenho financeiro de uma empresa.

Também conhecidos como KPIs (Indicadores-chave de Desempenho), eles trazem consigo uma visão geral do momento de uma empresa. Ou seja, se ela está seguindo o melhor caminho para o seu desenvolvimento financeiro ou não.

Além disso, uma outra dica valiosa para cuidar da gestão financeira de uma empresa é contar com o apoio de um serviço especializado! Neste momento, saiba que você pode ter à disposição o suporte da CFJ Contabilidade!

Isso porque, a saúde financeira da sua empresa é vista como essencial para a nossa equipe de profissionais. Com isso, nós nos disponibilizamos para cuidar dos seus números, enquanto você pode cuidar da sua atividade principal.

Portanto, não deixe de entrar em contato conosco e descobrir como os nossos serviços podem ajudar na gestão financeira da sua empresa!

Gostou do nosso conteúdo? Saiba que você pode continuar acompanhando nossas publicações por meio das nossas redes sociais e blog! Leia também sobre o assunto: Imposto de Renda 2021: Por que é importante contratar uma contabilidade?

Flexibilização das atuais normas trabalhistas – Medida provisória 1.045

Visto que a crise financeira causada pela pandemia do Coronavírus (Covid-19) continua sendo um dos principais motivos por trás do fechamento de empresas, o Governo aprovou a flexibilização das atuais normas trabalhistas, por meio da Medida Provisória 1.045.

Estamos nos referindo ao Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm) que, em 2020, foi fundamental para a gestão financeira das empresas.

De acordo com um levantamento feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mais de 700 mil empresas fecharam as portas desde que a pandemia chegou ao Brasil e trouxe consigo uma grave crise financeira.

Sendo assim, empresas de todos os segmentos e tamanhos podem encontrar, na Medida Provisória 1.045, uma forma de aliviar as suas finanças. O que possibilita se manter no mercado, sem correr tantos riscos.

Que tal compreender melhor quais são as alterações que flexibilizaram as regras trabalhistas? Continue a sua leitura e descubra como uma empresa pode se beneficiar por meio da aprovação da Medida Provisória 1.045!

Acompanhe também o nosso artigo sobre o assunto: Planejamento Tributário – 5 pontos importantes nesse processo.

O que eu preciso saber sobre a Medida Provisória 1.045?

Semelhante à MP 936 que, em 2020, foi fundamental para a sobrevivência de empresas em meio à crise financeira e sanitária da pandemia, a MP 1.045 traz consigo uma flexibilização das atuais normas trabalhistas.

Deste modo, as empresas encontram a possibilidade de realizar acordos com os seus funcionários, a fim de se manter financeiramente saudável.

Isso porque, a Medida Provisória 1.045 permite que as empresas possam reduzir a jornada de trabalho e os salários dos seus colaboradores, além de poder suspender, de maneira temporária, o contrato de trabalho.

Agora as empresas se deparam com uma oportunidade de reduzir os seus custos e ter uma lucratividade maior. O que permite se manter em dia com todos os seus compromissos financeiros, sem obter prejuízos.

Sendo assim, acompanhe a seguir como funciona a flexibilização das atuais normas trabalhistas e saiba como um empreendedor pode adotar a Medida Provisória 1.045 na gestão da sua organização. Saiba mais!

Como funciona a flexibilização das atuais normas trabalhistas?

Como dito, a MP 1.045 permite que empregadores e empregados possam fazer um acordo para que seja possível tanto reduzir, de forma proporcional, salário e jornada de trabalho, como também suspender de forma temporária o contrato de trabalho.

Desta forma, os gestores de uma empresa encontram a oportunidade de reduzir o salário e carga horária dos seus funcionários de três formas diferentes:

  • 25%;
  • 50%;
  • 70%.

A fim de não trazer maiores prejuízos aos seus colaboradores, a redução possui validade de, no máximo, 120 dias.

Sendo assim, uma empresa passa a arcar somente com uma parte do salário dos seus funcionários, enquanto o próprio Governo, por meio do Benefício Emergencial (BEm), se responsabiliza por pagar o restante do valor.

A seguir, compreenda melhor como será o funcionamento da redução da jornada de trabalho e salário, além da suspensão do contrato de trabalho!

Leia também o conteúdo referente ao seguinte assunto: Como precificar serviços médicos – tudo que você precisa saber.

Redução em 25%

Empresa e funcionário podem, por meio de um acordo, concordar em reduzir a carga horária e o salário em 25%.

Deste modo, enquanto a empresa arca com 75% do salário de um funcionário, o Governo se apresenta como o responsável por cobrir os outros 25%, realizando o cálculo de acordo com o valor do seu seguro-desemprego.

Redução em 50%

A segunda opção encontrada pelas empresas é a redução proporcional da jornada de trabalho e salário dos seus funcionários em 50%.

Enquanto a empresa é a responsável por arcar com metade do salário dos seus funcionários, o Governo, tomando como base o valor do seguro-desemprego, paga a outra metade, evitando assim que um colaborador saia no prejuízo.

Redução em 70%

A última opção no que diz respeito à redução da jornada de trabalho e salário dos funcionários de uma empresa é o acordo em 70%.

Sendo assim, a empresa deve pagar 30% do salário dos seus funcionários, enquanto o Governo arca com o restante, tendo o valor do seguro-desemprego como base.

Suspensão temporária do contrato de trabalho

A MP 1.045 também proporciona a flexibilização das atuais normas trabalhistas por meio da suspensão do contrato de trabalho por um período temporário.

Neste caso, o Governo será o responsável por arcar com 100% do seguro-desemprego que um funcionário teria, caso ele fosse demitido por uma empresa.

A exceção fica no caso das empresas que tiveram uma receita bruta com valor superior a R$ 4,8 milhões. Sendo assim, os gestores só podem suspender o contrato de trabalho dos seus funcionários, mediante o pagamento de uma ajuda compensatória, de forma mensal, no valor de 30% do salário.

Portanto, para avaliar qual é a melhor medida a ser adotada por uma empresa, é necessário contar com o apoio e a orientação de profissionais especialistas no assunto! O que permite sempre seguir o melhor caminho para a saúde de um negócio.

No momento de gerir uma empresa de forma responsável e eficiente, conte com a orientação especializada da CJF Contabilidade. Nós caminhamos ao lado da sua empresa em todas as suas etapas, encontrando as melhores soluções para enfrentar os seus desafios.

Aproveite para entrar em contato conosco e, assim, conhecer melhor os nossos serviços prestados e descobrir como a nossa equipe de profissionais especializados pode ajudar a sua empresa e suas necessidades.

Gostou do nosso conteúdo? Saiba que você pode continuar acompanhando por meio das nossas redes sociais e acessando o nosso blog! Leia também: Planejamento Sucessório para proteção patrimonial: conheça os benefícios.

Planejamento tributário – 5 pontos importantes nesse processo

A elaboração de um planejamento tributário tem se apresentado como uma das principais ferramentas tributárias para uma empresa. Afinal de contas, ele traz consigo um cenário melhor para a empresa.

Empresas de todo o Brasil acabam tendo que lidar com uma alta carga tributária. Com isso, qual empreendedor não gostaria de pagar menos impostos, sempre dentro da legalidade?

A fim de ter uma maior economia, as empresas precisam ter à disposição um planejamento tributário. Isso porque, o seu objetivo é buscar por estratégias legais para reduzir a carga tributária que incide sobre uma empresa.

Acompanhe o nosso artigo até o final e conheça mais sobre o assunto. Aproveite também para encontrar respostas para as suas dúvidas.

Leia também o conteúdo: Holdings de Proteção Patrimonial: O que são e como elas podem ajudar seus negócios?

O que é o planejamento tributário?

O planejamento tributário é a aplicação de um conjunto de estudos e estratégias que otimiza a apuração de impostos da empresa gerando uma economia em tributos, sendo que esse resultado é obtido em compliance com a lei.

Toda e qualquer empresa, independentemente do seu tamanho e segmento de atuação, deve contar com o suporte de um planejamento tributário.

Afinal de contas, os empreendedores precisam lidar com uma série de burocracias tributárias ao longo de suas vidas. A primeira delas, inclusive, é a escolha do melhor regime tributário para uma empresa.

Sendo assim, para elaborar um planejamento tributário com assertividade, é imprescindível que os empreendedores tenham o suporte de um serviço especializado, como um escritório de contabilidade.

Os contadores são profissionais com vasta experiência no assunto. Logo, eles podem avaliar a estrutura de uma empresa e, assim, indicar quais os melhores caminhos para que seja possível reduzir a sua carga tributária.

Por que elaborar um planejamento tributário?

Se manter em dia com todas as suas obrigações tributárias é um desafio compartilhado por milhares de empresas.

Isso porque, o Sistema Tributário brasileiro é altamente complexo e, com isso, acaba sendo motivo de dúvidas entre os empresários

Por meio do auxílio de uma contabilidade, elaborar um planejamento tributário se apresenta como uma ação fundamental nas empresas. 

Desta forma, confira a seguir quais são as principais vantagens por trás desta ferramenta tributária para as empresas:

  • Redução da carga tributária;
  • Prevenção contra autuações do Fisco;
  • Aumento da competitividade da empresa;
  • Escolha assertiva do melhor regime tributário;
  • Fazer o uso dos incentivos fiscais disponíveis;

Agora, que tal compreender também quais são os passos por trás da elaboração de um planejamento tributário? Continue acompanhando e descubra!

Leia também: Contabilidade para Médicos e Clínicas Médicas: Conheça a importância de uma parceria especializada.

Como elaborar um planejamento tributário?

Como você já pode compreender, o primeiro passo para elaborar um planejamento tributário é contar com o apoio de uma contabilidade. Os contadores serão os profissionais responsáveis por guiar todo o processo.

Além disso, existem também outras dicas para garantir a eficácia deste plano. Continue a sua leitura e confira!

1. Diagnóstico da empresa

Após contar com o suporte de contadores especializados, chegou o momento de realizar um diagnóstico de uma empresa. Aqui, é necessário levar em consideração informações, como:

  • Porte da empresa;
  • Regime tributário;
  • Atividades desempenhadas;
  • Operações administrativas, financeiras e contábeis.

É de extrema importância coletar todos os dados que estejam relacionados com o recolhimento de impostos. Assim, será possível traçar as melhores estratégias para garantir a redução da sua carga tributária.

Aproveite para conferir também: Planejamento Financeiro 2021: Como se preparar para as mudanças de mercado.

2. Análise da natureza jurídica

A segunda dica é a realização de uma análise da natureza jurídica de uma empresa. São vários os modelos disponíveis e, com isso, confira alguns dos principais:

  • Sociedade Limitada (LTDA);
  • Sociedade Anônima (SA);
  • Empresário Individual (EI);
  • Sociedade Unipessoal Limitada (LTDA);
  • Eireli;
  • Entre outros.

Cada um dos modelos disponíveis acima possui características próprias, que determinam como será feita a escolha do regime tributário de uma empresa.

3. Escolha do Regime tributário

Ao abrir uma empresa, é necessário também fazer o seu enquadramento tributário, uma escolha que determina como será feito o seu recolhimento de impostos.

No entanto, é possível que uma empresa acabe sendo enquadrada em um regime tributário que não seja o ideal. Com isso, os seus gestores podem passar anos pagando mais impostos do que deveriam pagar

Sendo assim, no planejamento tributário, é fundamental fazer um estudo do melhor regime tributário para uma empresa. Confira a seguir as opções encontradas:

  • Simples Nacional;
  • Lucro Presumido;
  • Lucro Real;
  • Regimes especiais;
  • Lucro Arbitrado;
  • MEI.

Ao escolher o enquadramento tributário ideal para uma empresa, é possível fazer com que ela economize.

Confira também o nosso artigo sobre o tema: Imposto de Renda 2021: Tire suas dúvidas sobre a declaração do IR.

4. Elaborar um plano tributário

Após reunir todos os dados de uma empresa e analisar fatores como a sua natureza jurídica e enquadramento tributário, chegou o momento de definir, no planejamento tributário, como minimizar os gastos com impostos.

Deste modo, os contadores serão os responsáveis por elaborar um plano tributário, definindo assim todos os objetivos e metas a serem alcançados, um cronograma e uma análise de todos os cenários possíveis.

O foco principal é garantir que uma empresa sempre siga o melhor caminho para economizar no pagamento de impostos.

5. Faça avaliações

Por fim, uma última dica para a elaboração de um planejamento tributário é a realização de avaliações periódicas. O foco é manter uma empresa sempre de acordo com possíveis mudanças que ocorrem na legislação.

Além disso, por meio de avaliações, é possível identificar falhas e, assim, corrigi-las a tempo, evitando o surgimento de problemas.

Portanto, foi possível acompanhar que a elaboração de um planejamento tributário é de fundamental importância para uma empresa. Logo, não deixe de procurar a ajuda de um serviço especializado no assunto!

Nesse momento, conte com a CJF Contabilidade! Somos uma contabilidade diferenciada, com profissionais capacitados e sempre à disposição da sua empresa! Vamos caminhar em uma jornada empreendedora juntos!

Entre em contato conosco e descubra como os nossos serviços podem te ajudar! Além disso, não se esqueça de seguir as nossas redes sociais e acessar o nosso blog para acompanhar novos conteúdos!